você com essa pajelança de pica
cogita trombar com meu aspecto de dália
em meio aos pinos nos concertos ilustrados
na vala mnêmica que trepanada exala
transes
e sodomias como que sinceridades
você estrangula essa passagem
um Estreito de Gibraltar
afogado entre muros
a asfixia do seu pedúnculo
esse seu siso precário
esse falso arbítrio
compelido que nem engasgo
atracado ao rito feito vodu
o seu cajado espanca
um vasto delírio de me camuflar na sarça ardente
e seus dedos são perseguidores póstumos
necromantes
canículos enfeitiçados
apostando que no melindre da saliva que você planta
estará o plutão dos meus ossos

2 Deram do sangue também:
:/
foda!
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