agora olha, não chora, não sanha, não morro
juro que minha carne é crua e verga mundana
que paro sob quatro apoios encantada que exausta
remelo vinda doutra face de uns sonhos
que o formigamento dos membros não vinga
o disfarce grampeado e que rolo terçã
viscosa entre os papéis e as sociedades
e pretendo ninho e quebro o lacre não desço
dou o bote apago amor olha,

4 Deram do sangue também:
Imagens/ações/movimentos...
... potências de vida/escrita.
C.
desapêgo em meio ao fluxo.
às vezes quem dá o bote é o outro.
tô nessa.
lindo isso.
Parabéns!
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